quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
O valor das coisas
Estou em meu horario de almoço e parei para pensar.
Hoje minha colega de trabalho nao veio trabalhar por forças maiores, e fiquei sozinha a manha inteira e acredito que a tarde inteira tambem. E é tão solitário o meu escritorio, mesmo com uma musiquinha de fundo. Com isso percebi uma coisa, as vezes quando ela esta aqui, nao sou capaz de virar pro lado e ver que ela esta ali, ver que assim como eu ela tem problemas, nao sou capaz de me importar com ela., de ver o valor que ela tem e o quão essencial ela é.
Realmente nao damos valor para as coisas simples da vida. So percebemos que algo tem valor quando a perdemos.
Nao dava valor para a familia que eu tinha, até perde-la. Nao dava valor aos irmaos que tinha ao meu lado sempre, ate ve-los uma vez ou nunca.
As coisas sao passageiras, e quando menos percebemos se foram com o tempo, e nada volta atras.
Se temos oportunidades de fazer ou dizer algo e nao o fazemos, podemos perder a unica chance de fazer isso.
Aproveite as oportunidades.
Bjins
Hoje minha colega de trabalho nao veio trabalhar por forças maiores, e fiquei sozinha a manha inteira e acredito que a tarde inteira tambem. E é tão solitário o meu escritorio, mesmo com uma musiquinha de fundo. Com isso percebi uma coisa, as vezes quando ela esta aqui, nao sou capaz de virar pro lado e ver que ela esta ali, ver que assim como eu ela tem problemas, nao sou capaz de me importar com ela., de ver o valor que ela tem e o quão essencial ela é.
Realmente nao damos valor para as coisas simples da vida. So percebemos que algo tem valor quando a perdemos.
Nao dava valor para a familia que eu tinha, até perde-la. Nao dava valor aos irmaos que tinha ao meu lado sempre, ate ve-los uma vez ou nunca.
As coisas sao passageiras, e quando menos percebemos se foram com o tempo, e nada volta atras.
Se temos oportunidades de fazer ou dizer algo e nao o fazemos, podemos perder a unica chance de fazer isso.
Aproveite as oportunidades.
Bjins
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Hora da Poesia...
Pensamos demasiadamente
Sentimos muito pouco
Necessitamos mais de humildade
Que de máquinas.
Mais de bondade e ternura
Que de inteligência.
Sem isso,
A vida se tornará violenta e
Tudo se perderá.
Charles Chaplin
Sentimos muito pouco
Necessitamos mais de humildade
Que de máquinas.
Mais de bondade e ternura
Que de inteligência.
Sem isso,
A vida se tornará violenta e
Tudo se perderá.
Charles Chaplin
Como é bom!
Aiaiaiiaiaia..como é bom estar de volta..como é bom ver que passou...como é bom sentir que estou bem..como é bom acreditar que a alegria vem pela manha...Como é bom!!
Viver sem pressão...sem nenhum aperto no coração...Muito menos aflição.
Realmente é muito bom!!
Melhor que isso..só duas vezes isso!
AiAi....
Feliz..
Isso é o que importa..
Bjus
Viver sem pressão...sem nenhum aperto no coração...Muito menos aflição.
Realmente é muito bom!!
Melhor que isso..só duas vezes isso!
AiAi....
Feliz..
Isso é o que importa..
Bjus
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Até Logo.
Olhar em volta e não ver saída tem sido constante em meu dia-a-dia. Ultimamente as coisas não estão em seus devidos lugares, parece que tudo está fora de órbita e nada faz sentido.O que era para ser algo simples, se tornou mais complicado que a teoria da relatividade. Algo fora do comum, qui sá da realidade. Tipo coisa de novela, e mexicana ainda. Algo incompreensível, que tento entender, encaixar as peças, mas é complexo demais para minha simples mente. Foge do padrão da normalidade e da razão. Chega até ser filosófico: Algo ser o que parece ser mas não é.
Como disse, complexo demais. E isso me faz ver coisas que outros não podem ver...
...Logo ali, atras daquela porta a depressão, a raiva, o ódio batem, querendo entrar. A chave não esta na porta, sinal de que ela esta aberta, ao simples empurrão ela se abrirá, deixando entrar nesse cômodo escuro todos os momentos que fiz questão de tentar esquecer, mas que persistem.
Minhas forças estão marcando quase zero no painel de controles, será que consigo levantar e fechar a porta, não deixando que eles entrem e levem de mim a última fagulha de esperança?
Não sei, mas acho quase impossível. Sinto que ja entraram, que estão aqui, do meu lado, ao meu redor e em cada canto desse quarto escuro.
Com a chegada deles, tudo se tornara preto e branco e o colorido da vida se fora levando o setido da vida. Tudo ficou deprimente, triste, quieto e infeliz.
Sinto como se estivesse em um poço, sozinha, na escuridão, no silêncio. Nao consigo nem pensar, se mexer ou até mesmo falar. So tenho vontade de ficar aqui, quieta, nem nada em mente.
É estranho e sem nexo, mas infelizmente algo que acontece. Algo que não escolhe a quem, e quando, que não avisa quando virá e nem quando irá embora.
Como pode? Ter 99% de coisas boas , 1% de coisas ruins e dar mais importância a esse 1% de infelicidade. Parece depressivo, neh? Acredite, é!
Enfim, lá se foi o sol, entre nuvens espessas, assim a noite chega, devagar, impetuosa. Logo mais o sol voltará, trazendo consigo a esperança de um nvo dia.
Assim como os pássaros, nesse momento, seguem para descansar em seus ninhos, também me aconchego em meus pensamentos. Será que amanhã será melhor que hoje ou que ontem? Será que as comportas de meus olhos mais uma vez se abrirão, deixando minhas lágrimas cairem? Será que mais uma vez a porta continuará destrancada, esperando a visita da depressão? Será que tudo isso terá um sentido afinal?...Será...Será...Será???
Se será, não sei, pois isso não pertence a mim saber, só tenho a certeza de hoje, certeza de que mais uma vez pousarei meu rosto no travesseiro e involuntariamente lágrimas escorreram pela minha face, e assim adormecerei. Se acordarei amanhã? Também não sei! Mas espero anciosamente pelo alvorecer, pelo canto dos pássaros, pelo sol matinal e pela certeza de que terei mais uma chance de fazer tudo diferente, com a esperança que seja a coisa certa a fazer.
Se vou conseguir, ha, isso também não sei. Sou frágil o bastante para não conseguir, e ao mesmo tempo persistente o bastante para tentar quantas vezes forem necessárias.
Sei que não termina aqui. Apenas começa. Isso é apenas o prelúdio de algo que não sei bem o que é, mas que espero para contemplar.
Não é um Adeus. Apenas um Até Logo.
26 De Janeiro de 2011
Ponto.
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